A mensagem do chefe de inteligência corporativa havia dito apenas: "Há algo que o senhor precisa ver."
Matheo havia aprendido, ao longo de anos dirigindo um império, que frases assim tinham peso proporcional à contenção de quem as escrevia. Renato Vasconcelos não era um homem dado a dramatismos. Ele era ex-analista da Abin, discreto até na forma de respirar, e havia trabalhado para os Cavalcanti por onze anos sem nunca ter usado um ponto de exclamação em uma mensagem sequer.
A reunião foi marca