O beijo no galpão foi apenas o estopim. Quando Giorgio se afastou minimamente, seus olhos estavam escuros, as pupilas dilatadas pelo desejo e pela adrenalina da noite. Ele segurou o rosto de Ísis entre as mãos, os polegares traçando o contorno de seus lábios agora avermelhados.
— Eu não posso te deixar ir agora — ele sussurrou, a voz vibrando com uma urgência que ela sentia ecoar em seus próprios ossos. — Deixe-me te levar para casa.
Ísis assentiu, incapaz de formular palavras. O trajeto até a