O silêncio no galpão era tão denso que se podia ouvir a respiração contida dos convidados. Soraya estava pronta para gritar um lance ainda mais alto, os olhos injetados de ódio, mas sentiu a mão de Margareth apertar seu pulso com uma força dolorosa.
— Recue, Soraya. Agora — sussurrou Margareth, a voz fria como uma lâmina de gelo contra o ouvido da jovem.
— Ela não pode ficar com esse dinheiro! Eu vou destruir essa tela! — Soraya sibilou de volta.
— Não seja idiota. Você está se expondo ao ridíc