O despertar de Ísis foi lento, embalado por uma sensação de leveza que ela não sentia há uma década. Antes mesmo de abrir os olhos, um aroma familiar invadiu seus sentidos: café recém-passado e torradas, um cheiro que remetia ao cuidado e à segurança. Por um momento, ela manteve as pálpebras fechadas, temendo que, ao abri-las, a cobertura luxuosa desaparecesse e ela estivesse de volta à sua rotina de incertezas.
Mas o calor do lençol de seda e a memória vibrante dos toques de Giorgio na noite a