O galpão industrial que serviria de palco para o "Cores Proibidas" fervilhava com uma energia caótica e produtiva. Leo estava no topo de uma escada, ajustando um refletor de luz quente sobre a obra principal, enquanto Eleonor comandava uma equipe de garçons que organizava as taças de cristal sobre mesas de madeira rústica. O som de marteladas e o zumbido de furadeiras ecoavam pelo pé-direito alto, misturando-se ao nervosismo palpável.
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