**Mikail**
O corpo de Lyra estava frio e fraco em meus braços; sua consciência parecia oscilar entre a vigília e a inconsciência.
Ela parecia leve, frágil demais, como se pudesse se partir ao menor movimento.
Eu não tinha por que me importar.
Ela tinha procurado por isso.
Sua voz era apenas um murmúrio, quebrada pelo sofrimento.
—O que está... acontecendo?
Não respondi imediatamente. Mantive o olhar fixo à frente, impassível, ignorando sua pergunta como se ela não tivesse o direito de fazê-la.