— Eu sei, querida… mas quem não vai conseguir estar nas mãos de outro homem é você.
Minha voz saiu baixa e firme, carregada de uma certeza que eu mesmo não deveria ter. Ema me encarava com aquele olhar insolente, como se estivesse me desafiando a provar cada palavra. Como se quisesse descobrir até onde eu iria antes de finalmente perder a razão.
E eu perdi.
Rasguei aquele pequeno pedaço de pano que ela chamava de calcinha com facilidade, impaciente, e a toquei sem nenhum impedimento. O corpo dela reagiu na mesma hora, quente, receptivo, tremendo sob a minha mão. Eu a acariciei como se estivesse marcando território, como se precisasse deixar claro para ela e para mim que aquele momento existia de verdade.
— Porque você vai se lembrar disso… e nenhum outro vai conseguir superar nós dois juntos.
Senti o quanto ela estava molhada e não pensei duas vezes. Enfiei dois dedos dentro dela em uma estocada funda, arrancando um suspiro que ela tentou conter, mas não conseguiu. Ema levou o ro