— Eu sei, querida… mas quem não vai conseguir estar nas mãos de outro homem é você.
Minha voz saiu baixa e firme, carregada de uma certeza que eu mesmo não deveria ter. Ema me encarava com aquele olhar insolente, como se estivesse me desafiando a provar cada palavra. Como se quisesse descobrir até onde eu iria antes de finalmente perder a razão.
E eu perdi.
Rasguei aquele pequeno pedaço de pano que ela chamava de calcinha com facilidade, impaciente, e a toquei sem nenhum impedimento. O corpo