Ela tocou o ventre, a respiração ofegante, como se tivesse acabado de correr uma maratona. O ar parecia insuficiente dentro daquele banheiro silencioso. O peito subia e descia rápido demais. Ao baixar os olhos para a própria barriga, viu o anel de brilhante reluzindo em sua mão trêmula.
Um símbolo.
Um lembrete constante do amor que sentia por Noah. Pela família que havia construído. Pela vida que finalmente parecia estável.
Ela deveria estar feliz.
Então por que não estava?
Por que, em vez de a