Assim que as portas do elevador se abriram, eu corri.
Corri como se o ar lá dentro fosse veneno… como se aquele prédio estivesse sugando a minha alma e apertando o meu peito até eu não conseguir respirar mais.
Eu precisava sair dali.
Eu precisava fugir de tudo.
Agarrei minha bolsa contra o corpo, caminhando pela calçada sem rumo, sem direção, sem coragem de pensar em qualquer coisa que não fosse dor.
As lágrimas não paravam.
Eu andava como uma louca, molhada por dentro e por fora, e a cada pass