Acordei com a luz da manhã invadindo o quarto sem pedir licença. O sol atravessava a cortina fina e batia direto no meu rosto, como se quisesse me lembrar que o mundo continuava girando, independentemente do que tinha acontecido comigo na noite anterior.
Meus olhos estavam inchados, ardendo, pesados. A dor de cabeça pulsava forte, consequência direta da choradeira interminável antes de dormir. Levei a mão à testa e gemi baixo. Joyce já não estava mais no quarto. O lado da cama onde ela tinha d