O portão da mansão Castro se fechou atrás de mim com um som pesado, definitivo demais para ser ignorado. Não era apenas metal contra metal. Era a confirmação de que eu tinha atravessado uma fronteira que não existia nos mapas — só dentro de mim.
Enquanto caminhava pelo jardim impecável, senti o corpo reagir antes da mente. A respiração curta. Os músculos atentos. O mesmo estado que antecedia operações perigosas. A diferença era cruel: ali eu não vestia colete, não carregava arma, não tinha para