Heitor Castro
O saguão da sede da Global parecia um campo de extermínio. O mármore branco estava manchado de sangue e estilhaços de vidro. Enquanto os homens da Aquila sob o comando do Marcos, meu homem de confiança, trocavam tiros com os últimos mercenários de Santiago Galarza nos andares inferiores, eu estava no centro de operações, com Mirtes ao meu lado e Eduardo cobrindo a porta.
Sabíamos que a Polícia Federal estava de organizando para atacar e combater o clima organizado que está aterr