Eduardo Arruda
O ataque não foi aleatório; foi cirúrgico, rápido, com a marca registrada de quem conhece cada palmo desse terreno. Os explosivos foram precisos.
— Eduardo! — o grito dela veio de dentro da cabana, carregado de um pavor que eu conhecia bem.
Corri para dentro, mas a fumaça de uma granada de efeito moral já tomava conta do ambiente, me deixando cego por segundos.
— Ora, ora... o pequeno herói do internato finalmente cresceu — a voz de Adam, ou Bashir, ecoou como um veneno.
Qua