Abel Arruda
Eu precisava emergir e salvar minha família. O pânico era um ácido queimando minhas veias enquanto eu afundava na escuridão gelada do Mediterrâneo.
Não tive sequer a chance de conhecer meu filho. De tê-lo em meus braços. De dizer que o amo com cada gota do meu sangue amaldiçoado.
Quero salvar o meu pequeno e a minha mulher. Isadora não pode ser o sacrifício final dessa guerra que eu mesmo alimentei por anos.
Sentia minhas pernas sendo sugadas para baixo. Lutei como um animal ferido p