Abel Arruda
Finalmente pude abraçar meu filho. Uma sensação indescritível, como se o vácuo que carreguei no peito por anos fosse preenchido por um calor que eu não merecia, mas que me recusava a soltar.
Agora, mais do que ser um pai, preciso ser o super-herói que ele acredita que eu sou.
E heróis de verdade não hesitam em sujar as mãos de sangue para manter o mal longe de casa.
Estamos em uma vila fortificada em Sorrento, um bunker de luxo cravado na rocha, mas que no momento parece uma ja