O céu estava se despedindo do dia quando cruzamos a porteira da fazenda. Estávamos em casa. Adriano desligou o carro e, antes mesmo que eu abrisse a porta, ele já estava do lado de fora. Deu a volta com passos firmes e abriu para mim.
— Devagar — ele disse, estendendo a mão.
— Eu estou grávida; não estou doente — eu provoquei.
Ele sorriu de canto.
— Mesmo assim.
Cecília saltou do banco de trás com a energia de quem tinha vivido o melhor dia da vida.
Eu tirei Alex da cadeirinha. Ele desceu logo