ADRIANO
Coloquei Marja no banco de trás do SUV com a ajuda de Domingos. Apoiei a cabeça dela no meu braço, ajeitei o cinto atravessado com cuidado e me sentei ao lado, puxando-a para o meu colo. Domingos fechou a porta com rapidez e correu para o banco da frente.
— Vai, Domingos! Não perde tempo — falei, a voz baixa, tensa.
O motor rugiu e o carro arrancou pelo caminho de terra, levantando poeira.
Marja gemeu baixo, um som quase infantil, e se remexeu de leve. Levei a mão ao rosto dela, afastan