CORINGA
Saí da fortaleza com Matteo no colo e Vitória ao meu lado, mas minha mente já estava no hospital. Eu precisava passar em casa primeiro. meus pais precisavam saber, e eu não podia dar essa notícia por telefone.
Quando entrei, o silêncio da sala foi cortado pelo olhar ansioso da minha mãe. Ela correu em direção a Vitória e ao neto, mas parou no meio do caminho ao ver a expressão no meu rosto.
— Onde está a Laura? — ela perguntou, a voz trêmula. — Coringa, cadê a minha menina?
Respirei fu