O silêncio do quarto foi preenchido apenas pelo som da respiração fraquinha da bebê e pelos soluços baixos de Vitória. A mágoa ainda estava lá, uma ferida aberta e latejante, mas ver JJ — o homem que ela achava ser um monstro de gelo — transformado em um pai zeloso, desarmou suas defesas mais brutas.
Vitória estendeu a mão trêmula, e JJ, entendendo o sinal, aproximou-se cautelosamente. Ele sentou-se na borda da cama, mantendo a bebê em uma posição onde Vitória pudesse tocá-la.
— Ela é... ela é