(Ponto de Vista de Arielle)
Meus olhos permaneciam fechados, mas a vigília já me pertencia. A brisa matinal, sutil e fresca, serpenteava pelo quarto até alcançar minha pele, como se dançasse ao som de um silêncio cúmplice. O corpo de Jared, quente contra o meu, e seus braços repousados ao meu redor com naturalidade possessiva, trazia de volta a intensidade vivida horas antes. Um sorriso floresceu em meu rosto, não porque eu quisesse, mas porque era impossível contê-lo.
Por um instante, senti com