(Ponto de Vista de Arielle)
Assim que retornei ao quarto do hotel, acomodei-me diante do celular, repousado na cabeceira da cama, e esperei que minha mãe atendesse. A empolgação borbulhava dentro de mim como um rio em correnteza, e o desejo de dividir a boa notícia com meus entes queridos era incontrolável—principalmente com minha mãe, cuja opinião sobre a cúpula sempre fora cautelosa. Foi justamente para captar sua reação que decidi fazer uma videochamada.
Inspirei profundamente, esfregando as