VALENTINA Ainda estava escuro quando me mexi na cama. Meu corpo doía de um jeito bom, sensível, vivo. Leon despertou no mesmo instante, como se estivesse esperando por mim. Sem dizer nada, ele me puxou para si e voltou a me beijar. O beijo era mais profundo agora, carregado de desejo renovado. E aquela madrugada tive a impressão que ele não queria mais sair de dentro de mim. — Não consegui parar de sonhar com você — murmurou contra minha boca, a voz rouca de sono e excitação. Em poucos minutos ele já estava dentro de mim novamente. Ele começou devagar, com cuidado, sabendo que eu ainda estava dolorida da primeira vez. Cada estocada lenta enviava ondas de sensações mistas pelo meu corpo: um leve incômodo que rapidamente se transformava em calor. Eu estava ficando molhada novamente. Leon percebeu e aumentou o ritmo, estocando mais fundo, mais firme. Arqueei o corpo contra o dele, querendo mais, mesmo que doesse um pouco. — Consegue aguentar mais, linda? — perguntou ele, mordis
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