Continuei metendo. Mais forte. Mais rápido. Até eu explodir, gemendo rouco no pescoço dela, a mão marcada na bunda dela, o corpo dela ainda tremendo ao redor do meu.Fiquei ali, ofegante, só respirando forte.A porra toda era real.E ainda tava só começando.Ela ainda ofegava, com o corpo mole apoiado na mesa. A marca da minha mão na bunda dela brilhava vermelha, e eu encarei aquilo como se fosse uma obra de arte — algo que eu mesmo tinha pintado com fúria e vontade.Ela tentou se ajeitar, se levantar, mas segurei firme na cintura, impedindo.— Tá pensando que já acabou? — perguntei, a voz grossa.Ela olhou por cima do ombro, o cabelo bagunçado caindo na cara, os olhos semicerrados, marejados.Cara de puta cansada. Cara de quem tinha acabado de ser comida. E ainda assim — ainda assim — desafiando.— Tu quer mais o quê, hein? — disse ela, a voz falhando. — Já me fodeu toda.Ri baixo. Peguei o vestido dela, que já pendurava num ombro só, e rasguei o resto. O tecido caro se abriu como pa
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