KILLIAMO vínculo pulsava dentro de mim como um tambor, batendo cada vez mais alto e mais forte, como se exigisse ser reconhecido, selado, consumado.Meu lobo estava impaciente, pressionando pelo controle.O que eu sentia era como uma fome antiga, impossível de silenciar. E ali, com ela entre meus braços, o corpo estremecendo sob meus toques, a fera dentro de mim rugia.“Ela é nossa. Torne-a nossa. Dê-me o controle.”Ainda assim, eu tinha dúvidas se ela estava pronta. Reconhecia o receio escondido em seus olhos — não de mim, mas do que viria depois, do que significaria se entregar por completo.E, por Selene, eu não queria que ela se arrependesse. Mas também não conseguia parar.Ela era nossa companheira, e eu a desejava com cada fibra do meu ser.Quando puxou minha blusa para cima, afastei-me apenas o suficiente para permitir que o tecido deslizasse por meu corpo. Joguei os sapatos para longe, sem me importar com nada além da forma como ela me olhava — com aquela chama que só ela desp
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