Aos olhos dela...
Maya…
Enquanto caminhava pelo pequeno centro comercial, observando com certo desagrado o quanto nada havia mudado mesmo depois de dez anos, notei como Amora estava inquieta, parecia estar tendo muita dificuldade em se adaptar àquele novo ambiente, e passava o tempo inteiro farejando a ar à sua volta, ou rosnando para as pessoas por quem passávamos.
Ela praticamente odiava tudo e todos.
– Precisa relaxar ou terá um infarto – brinquei, acariciando suas orelhas peludas.
Ao ouvir minha voz, sua caud