Espíritos...
— Ayla, socorro! Me ajuda! – ela pediu sufocando quase sem ar, suas mãos tateavam o próprio pescoço em desespero, tentando se desvencilhar do que quer que estivesse aprendendo.
Quando a mim, olhava ao redor, chorando sem saber o que fazer, tentei lembrar de algumas orações, pensando nas palavras da minha mãe e embolando os trechos, engasgando em meu próprio choro a cada grito dela.
Ouvi passos se aproximando e quando me virei, notei que eram os rapazes, seus olhos arregalados, igualmente descren