Acordei atordoada ouvindo meu nome sendo chamado, ergui a cabeça ainda confusa e me deparei com a minha mãe sentada sobre a minha casa, seus dedos longos acariciando os meus cabelos. Por algum motivo, lembrei-me que a última vez em que havia feito aquilo havia sido anos antes enquanto conversávamos sobre garotos e cuidados, coisas de namoro.
– Está acordada? – questionou rindo baixo, parecia estar divertindo-se com minha cara sonolenta, mas seu próximo anúncio me alertou abruptamente. – Preciso