23. KIRA
Após a confusão do meu pai na recepção do prédio Vilamout, consegui tirá-los dali, indo até o estacionamento. Mamãe falava de um lado, papai de outro, e eu, de cabeça quente, não queria explicar nada naquele momento. Só queria silêncio… e chorar sem precisar dar explicações. Mas eu devia uma a eles, porque saí de casa sem avisá-los, e isso os deixou preocupados.
— Kira, como veio parar aqui? Esse homem não presta! Não ouviu falar que ele quer você? — mamãe perguntou.
Pouco me importavam as am