Fui até a sala, onde Henry estava sentado no sofá. Com suas pernas cruzadas, e seu olhar fixo em um canto escuro da sala. Me aproximei sentindo a garganta secar.
- ele não me beijou.
- não é o que parece. - seu olhar enfim se voltou para mim, eu apertei as mãos.
- não é o que a matéria diz também.
- e você vai acreditar nisso?
- em quem eu deveria acreditar! - sua voz ecoou dentro de minha cabeça, eu conseguia sentir sua fúria enraizada.
- ontem mesmo você estava falando comigo sobre dorm