85- " Dante não erra."
Angeline sorriu enquanto deslizava o dedo indicador do queixo dele até o umbigo.

— Jamais faria isso, senhor Laporte.

Não demorou muito para ele estar dentro dela. Angeline, em seu colo, movia-se de forma independente, decidida, o corpo arqueando de prazer enquanto ele beijava seu pescoço e seus seios.

Dante a observava com prazer. Ela era a mistura perfeita entre inocência e atrevimento, o corpo feito para o pecado e ele não se importava em pecar, não com ela.

O dia já clareava quando os dois enfim se aquietaram, exaustos, ofegantes.

Quando Dante abriu os olhos, passavam das dez. Nu, caminhou até o banheiro, tomou banho e vestiu apenas uma calça; colocar camisa seria trabalhoso. O ombro doía devido aos movimentos que não conseguiu evitar não que reclamasse. Apenas estava mais dolorido do que estaria se tivesse ficado em repouso, consequência que ele não se importava em pagar.

Ao descer a escada, sentiu cheiro de café. Caminhou até a cozinha e encontrou Oton encostado no balcão.

— Onde
luproencio

Olá, meus queridos leitores… E então? O que estão achando da história de Angeline e Dante? As peças estão todas no tabuleiro, vocês perceberam? Quem será que pisou na mão de Marco no meio do caos? E quem é a voz fria que fala com Dario ao telefone? Onde Oton esteve quando Dante voltou para casa — e por que ele saiu tão silencioso? E, afinal… para onde ele foi? Eu adoro quando vocês começam a montar as próprias teorias. Continuem observando cada detalhe. Às vezes, uma pista passa rápido… mas está lá. Nos vemos no próximo capítulo.

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