Angeline se tornou, nas mãos das mulheres, um boneco sem vida. Levaram-na ao banheiro, tiraram suas roupas. Nos braços, as marcas dos dedos de Marco e de Rubens, roxas, evidentes. As mulheres trocaram olhares silenciosos, de pena, sem que ela percebesse.
Imóvel e em silêncio, Angeline permitiu que a trocassem. Deixou que arrumassem seus cabelos, mas seus olhos não secavam, tentavam maquiá-la, mas os olhos de Angeline não paravam de chorar. Sua mente estava vazia, preenchida apenas pelo eco do