80-" Não tem como fugir. "
Angeline se levantou, as mãos latejando de dor.
— Abra! Ela batia com os punhos na porta. — Marco, me deixe sair!
Marco desceu a escada. Ele ouvia Angeline batendo, chamando por ele, repetindo que não o amava.
Seu rosto ainda queimava do tapa que ela lhe dera. Tocou a própria pele enquanto caminhava até o bar. Serviu uma dose generosa de uísque e bebeu de um gole só.
Ela não parava. Nem por um segundo.
Ele tocou os próprios lábios, sentindo o gosto dela. Seus olhos se escureceram, desejo e raiv