Angeline tinha seus braços puxados por seu pai; seus tornozelos batiam contra os degraus. Doíam, mas não tanto quanto ser arrastada por ele sem ao menos poder ser ouvida.
— Pai, me ouça… não posso me casar com Marco. Eu não o amo. Marco não é quem você pensa. Angeline tentava falar, desesperada.
Rubens não queria ouvir. Ele se recusava. Abriu a porta do quarto com um baque e a jogou para dentro.
— Você não vai sair daí.
Ele trancou a porta e, antes que Angeline conseguisse alcançá-la para imped