ANTES QUE ANGELINE PUDESSE SE MOVER, a voz de Marco soou urgente:
— Vamos, querida. Tenho uma urgência para resolver. Disse ele, entrando na sala.
O coração de Angeline acelerou tanto que ela achou que fosse explodir.
Marco a olhou, girando em volta dela como quem avalia uma mercadoria antes de comprar.
— Ficou perfeito. Vamos levar este.
— Está bem… vou me trocar e já saímos. Ela disse, apressada. Marco, porém, não se moveu.
— Me espere lá fora. Já estou indo. Ela o dispensou, forçando um sorriso, dante ainda estava no provador.
Marco finalmente saiu, e a vendedora começou a abrir os botões.
— Quer que eu te ajude a tirá-lo?
— Não há necessidade. Pode trazer um pouco de água para mim? Angeline pediu, a voz falhando levemente.
A mulher assentiu e saiu.
Angeline correu para o provador.
— Vamos, saia rápido! Ela sussurrou.
— Você está me expulsando? — Dante tocou de leve o ombro dela.
O toque arrepiou a fez arrepiar.
— Logo a vendedora estará de volta… se te pegarem aqui… Angeline o