O carro parou perto de uma praças antiga, cercada de lojas e cafés com toldos coloridos.
O ar frio da manhã trazia o cheiro de pão quente e das flores das barracas próximas.
— Aqui é lindo, não acha? Disse Sofi, descendo do carro com leveza ensaiada. — Vamos um pouco a pé, é logo ali.
Angeline a seguiu, ainda desconfiada, mas sem motivos claros para recusar. Caminharam lado a lado pela calçada estreita. Sofi falava com entusiasmo sobre as vitrines, os vestidos, a decoração da festa, mas, em ca