Era madrugada quando o telefone de Dante vibrou insistentemente sobre a mesa de cabeceira.
Ele franziu a testa. O braço repousava sobre a cintura nua de Angeline. Com cuidado, afastou-se, pegou o roupão ao lado da cama e a cobriu antes de se levantar.
Atendeu à ligação sem dizer nada e saiu do quarto, trancando a porta atrás de si.
— Fale. Disse, a voz rouca de sono.
— Dante? Sou eu. Luigi.
— Eu sei. Respondeu, passando a mão pelos cabelos.
— Nada do que está naquela pasta tem importância.
— Co