Angeline, vendo que Dante não a recusou, agarrou-se ao braço dele com um sorriso gentil e os olhos ligeiramente brilhantes.
Dante a olhou, surpreso. Os seios dela roçaram de leve em seu braço sob o tecido fino e liso do pijama, e um calor involuntário lhe subiu pelo ventre.
— Boa noite, Sofi. Disse ele, sem se afastar de Angeline. — A viagem foi longa. Amanhã você e Angeline podem conversar sobre a Itália. Acredito que ela tenha mais para contar do que eu, que vivo lá há pouco tempo.
Angeline