O jantar seguiu leve, pontuado por risadas. Às vezes, Angeline também ria, mesmo que o coração batesse num ritmo estranho, quase inquieto. Respirou fundo mais de uma vez, tentando disfarçar o desconforto que a tomava.
Os dedos brincavam distraidamente com a borda do guardanapo e, de vez em quando, seus olhos se voltavam para Dante e Sofi. Cada sorriso, cada gesto entre os dois, carregava uma naturalidade e uma intimidade que Angeline tentava compreender, mas, no íntimo, algo a incomodava.
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