Agnes continuou caminhando.
As primeiras gotas grossas de chuva começaram a cair.
Ela insistia com o telefone na orelha.
Chamando.
Chamando.
As lágrimas finalmente romperam a resistência.
Misturavam-se à chuva.
Ela se afastava cada vez mais do cais.
Cada passo mais longe da segurança.
Mais perto do desconhecido.
Então viu.
Algo na água.
Um vulto.
Parecia um corpo.
O coração quase parou.
Ela correu para o mar.
— Luigi! Luigi!
Desespero bruto.
O corpo boiava de bruços, preso a um pedaço de madeir