Pela manhã, Dante e Angeline passearam pelo calçadão em volta do lago. Pararam no mesmo café onde haviam estado na primeira viagem a Liège. Tomaram café tranquilamente. Angeline o observava — era como no primeiro dia, mas agora não havia desconfiança nem insegurança. Ela o amava.
O céu azul e limpo contrastava com as pequenas marolas formadas pelo vento na superfície do lago.
Caminharam, fizeram algumas compras, até que Angeline avistou alguém. Alguém que jamais imaginara encontrar ali: Margare