Os dois se olharam por alguns segundos em silêncio. Depois, um pouco sem graça, cada um voltou ao seu lugar, colocando o cinto de segurança.
Dante colocou o carro em movimento.
Em silêncio, cada um imerso em seus próprios pensamentos, seguiram até em casa.
No curto trajeto, Angeline olhou para Dante, que segurava sua mão.
— Eu devo ir até meu pai? — perguntou. Não sabia o que fazer. Vinha pensando no que Dante lhe dissera; parecia maravilhoso, mas ela não sabia qual seria a melhor forma de colo