Dante lutava com Oton; seus olhos já não viam mais nada.
— Vá! Ordenou Oton a Luca.
— Me solte! Dante rugiu. — Vou matá-lo com as minhas próprias mãos!
— Acalme-se. Pense! Insistiu Oton, mantendo Dante pressionado contra a parede, enquanto Luca corria para fora, entrou no carro e partiu cantando pneus.
Dante ainda conseguiu ver as luzes se afastando na estrada. Oton afrouxou o aperto. Então Dante desabou.
Num acesso de fúria, arremessou um vaso que estava sobre a pequena mesa contra a parede. O