Dante apenas sorriu e acariciou os cabelos dela, afastando-a com delicadeza.
— É bom te ver. Disse Lian, estendendo a mão para Dante. Quando o aperto aconteceu, puxou-o para um abraço breve, mas firme. — Sei que você está bravo com meu pai. Não sei exatamente o motivo, mas ele lhe quer muito bem, sussurrou ao ouvido de Dante.
Dante apenas assentiu, apertando os lábios em silencioso consentimento.
— Por que não jantamos nós três? Sugeriu Sofi, animada. — Podemos ir ao seu restaurante preferido, Dante.
Ela sabia que, da forma como ele saíra de casa da última vez, talvez ainda não estivesse pronto para voltar. Tanto que não fora diretamente para lá, como costumava fazer.
— Isso. Concordou Lian. — Assim conversamos com mais calma. Você também terá tempo para falar com o senhor Barcello.
Durante o jantar, Sofi serviu o prato de Dante mais de uma vez.
— Você está um pouco abatido. Comentou, tocando de leve o rosto dele.
— Tenho trabalhado bastante. Respondeu Dante, contido.
— Foi você? Perg