Dante seguiu para o quarto.
Sob o chuveiro de água fria, tentava esvaziar a mente. Mesmo lutando contra a própria vontade, sabia que havia feito o certo.
Angeline permaneceu parada por um longo tempo no meio do corredor. O pé voltou a doer, e ela achou melhor falar com Dante depois, quando as coisas estivessem mais frias. Então explicaria por que pedira que ele não matasse Marco.
Pela manhã, acordou cedo. O pé estava melhor. Correu pelo corredor, ainda mancando, mas o quarto dele estava vazio.