Angeline suspirou e se aproximou.
— Onde você estava? Quem te atacou? Foi Marco? Perguntou, encarando-o nos olhos.
— Não. Respondeu Dante. Não mentiu.
— Não? Angeline repetiu, surpresa. — Então quem foi?
Dante soltou um suspiro lento, como se escolhesse as palavras.
— Outro desafeto. Você não deve se preocupar com isso.
— Claro que devo! Ela reagiu, a voz subindo. — Daqui a alguns dias você aparece aqui… ferido, quase morto, e eu nem sei de que jeito.
— Está preocupada comigo? Dante sorriu, s