Capítulo 7

DOMINIC!..

Gritando com a mão sobre a cabeça depois de ver lua rolando e desmaiando em seguida. Dei um pulo até chegar nela.

— Lua fala comigo. Luara. Chamem uma ambulância. Lua — Dei tapinhas em seu rosto depois coloquei minha mão sobre sua barriga — Já chamaram uma ambulância?

— Já papai. Já estão vindo.

Nisso que olhei para Danda, Ethan ao lado sorria.

— Primo você vai para a prisão, e nunca mais vai sair.

Gargalhando, só não o pego pelo pescoço porque Lua no momento é mais importante. Ouvindo o som da ambulância, Glória abre a porta então entram a imobilizando.

— Cuidado, ela está grávida.

— Okay.

Fazendo os procedimentos para ser levada depois, falei que está grávida mas na verdade creio que depois disso tenha perdido e Ethan fudido nas minhas mãos. Indo junto com a ambulância, dentro ligo para Dionísio dizendo para pegar meu carro e me encontrar no pronto socorro. Ao desligar acariciei os cabelos dessa mulata que me fez apaixonar.

Que você não tenha perdido a criança.

Pensei beijando seus cabelos.

— Sinto muito, mas o feto em formação não resistiu.

Disse o medico que a atendeu rápido assim que chegamos.

— Não pode ser doutor.

— Calma. Eu sei que é triste, mas ela é nova e vocês podem ter outros filhos.

— Não era meu. Era de um sobrinho que não queria assumir, tanto que conseguiu matá-lo a jogando do alto da escada.

— Sério? E chamaram a polícia?

— Ainda não porque estou aqui. Mas ele não vai escapar primeiro de uma surra minha, depois prisão perpétua. Ele mesmo vai pedir para ficar preso para sempre porque se sair não vou ter dó.

— Não suje suas mãos, deixe que as autoridades cuidem dele. Agora vou entrar lá. Ela acordando venho avisar.

— Obrigado.

Se afastando, recebo o café que escorpião foi buscar.

— E aí irmão. Como ela está?

— Perdeu a criança. Ethan conseguiu o que queria. Moleque imbecil, a mas ele não perde por esperar.

Minutos depois de tanto nervoso. O doutor me chama me fazendo acompanhá-lo até entrar no quarto onde ela está.

— Lua — Falo a vendo me olhar seria — Que bom minha linda que está bem. Quase morri com o que te aconteceu.

— Quem quase morreu fui eu.

— Eu sei meu amor. Ethan vai pagar pelo que fez. Não pense que não vou acabar com a raça dele porque vou.

— Pouco me importa o que você vai fazer. E também não me importo com esse aborto. Foi melhor assim.

— Te entendo. Mas eu estava e ainda estou disposto a te ajudar no que for preciso. Não vou te abandonar.

— Você já me ajudou com o agiota. Sem a barriga que iria mais para frente me atrapalhar no meu trabalho. Vou me dedicar a te ajudar até dar 9 meses. Depois disso cada um para o seu lado.

— Como assim?

— Não quero ter um romance com você. O que vamos ter será apenas profissional. Vou me envolver nos seus negócios porque assim combinamos. Mas 9 meses depois saio da sua mansão.

— Lua. Mas os meus pensamentos mudaram. Te quero como minha namorada.

— Mas eu não. Mesmo porque eu só ia te aceitar para esquecer o Ethan. Mas agora que eu o odeio, não tenho mais porque fingir.

— Então iria me usar?

— Será que podemos não falar mais sobre isso. Já perdi meu filho, estou com uma perna quebrada, colar cervical. Estou toda fudida.

— Tá. Vou conversar com o médico e saber se já pode ir embora.

Saindo e me sentindo mal, acho o medico que me diz só amanha. Que ela tem que ficar em observação.

— Okay.

Indo embora com Dionísio. Chego a mansão a procura do inconsequente que está no quarto vendo TV.

— Vem aqui.

O tirando da cama, começo a soca-lo até estar todo ensanguentado.

— Teu filho morreu seu maldito — Grito saindo de cima — Vou agora mesmo te entregar para a policia.

Assim que peguei meu celular no bolso, ele levantou e debaixo do travesseiro sacou uma arma.

— Desliga isso, ou estouro seu miolos. Você não vai ligar para ninguém seu filho da puta. Te pedi ajuda para acabar com um problema e o que foi que fez? A abrigou me contrariando depois resolveu comê-la com meu filho dentro dela.

— A agora está tendo consciência que era seu. Na hora de matá-lo não lembrou.

— Eu não queria e ela sabia muito bem. Não devia ter vindo para essa casa.

— Ela não veio somente pelo teu filho. Veio também trabalhar para mim porque paguei uma dívida alta da qual você disse que eu ajudaria.

— Do que ta falando? Que dívida.

— Com o agiota. Ela pegou dinheiro com ele por conta do jogo do tigrinho.

— Hahaha. Ela te falou isso. Como você é burro de ter acreditado naquela vigarista. Jogo do tigrinho, sei. A única coisa que sei é que não vai me denunciar. Ou os federais vão bater nessa porta.

— Sai da minha casa. Mesmo que eu não te denuncie também não vai mais morar aqui.

— Tudo bem. Já não suporto mais você que ainda vai se fuder com aquela puta. Sai do quarto que vou arrumar minhas malas, fora.

Assim que saio ele b**e a porta.

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