Júlia mal conseguia manter os olhos abertos quando finalmente chegou ao prédio onde morava. O dia fora exaustivo - o trabalho foi intenso, seguido por uma noite longa na faculdade. Seus músculos doíam e os pensamentos embaralhados se arrastavam junto com seus passos pelo corredor silencioso do prédio. O relógio marcava uma hora avançada da madrugada, e tudo o que ela desejava era uma cama e silêncio.
Subiu as escadas com lentidão, cada degrau mais pesado que o anterior, como se o cansaço tivess