Acordei com a luz invadindo o quarto, intensa e quente, como se o mundo lá fora quisesse me arrancar da cama à força. Por um segundo, olhei ao redor e esperei encontrar o vulto dele ao pé da cama, sentado na poltrona, ou andando pelo quarto como fazia às vezes. Mas não havia nada. Nem pegadas, nem cheiro, nem silêncio compartilhado.
Salvatore não estava ali.
Levantei devagar, sentindo o vazio no quarto bater diferente. Era o dia. O último. E ele tinha escolhido não estar presente.
Vesti uma cal