Boa noite, Kael. - Serena e Giovanni
O quarto tava quente. Ou talvez fosse só a gente.
Giovanni me prensou contra a parede com o corpo inteiro, a boca faminta colada na minha. As mãos dele desciam pelas minhas costas, firme, decidido, como se quisesse decorar cada curva com o tato. E eu deixava. Porque o que a gente tinha ali era mais do que desejo — era raiva, era negação, era tudo que foi empurrado pra debaixo do tapete explodindo de uma vez só.
Minha perna subiu no quadril dele, e ele gemeu contra meus lábios, um som rouco, a