OLIVIA
Senti minhas mãos tremerem enquanto servia uma xícara de chá de camomila, esperando acalmar os nervos que estavam abalados desde o tiroteio.
A casa permanecia silenciosa, silenciosa demais para um lugar que antes fora preenchido pelas risadas e pelos passos de Samuel correndo de um lado para o outro. Paralelamente, os ecos das brincadeiras ainda me assombravam, misturando-se aos sons abafados do mundo lá fora, dos quais eu tentara protegê-los com todas as minhas forças.
Quando estava pres